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O Mundo Encantado da Primeira Infância

com Diana e Mario Corso

A imaginação se constrói e se educa. Isso vai ter reflexo na criatividade das crianças no futuro.

Diana e Mario Corso

SOBRE O AUTOR

Especialista


Diana e Mario Corso
Diana e Mario Corso

Mário Corso

Mário Corso é psicanalista, membro da APPOA (Associação Psicanalítica de Porto Alegre). Formado em psicologia pela UFRGS, trabalha com adolescentes e adultos. Em 2002 lançou Monstruário – Inventário de Entidades Imaginárias e de Mitos Brasileiros pela editora Tomo, Menção Honrosa do prêmio Jabuti, numa tentativa de revitalizar figuras esquecidas do folclore nacional. Publicou o livro Fadas no Divã: psicanálise nas histórias infantis, em 2005, e Psicanálise na Terra do Nunca: ensaios sobre a fantasia, em 2010, ambos pela Ed. Artmed, finalistas do Prêmio Jabuti, escritos em parceria com sua esposa Diana Corso. Em 2014 publicou seu primeiro livro infantil A história mais triste do mundo, pela Editora Bolacha Maria, vencedor do Prêmio Açorianos de Literatura Infantil de 2015. Publica artigos, ensaios e crônicas em Zero Hora e em diversos meios de comunicação.

Diana Lichtenstein Corso

Diana Lichtenstein Corso é Psicanalista Membro da APPOA (Associação Psicanalítica de Porto Alegre). Formada em psicologia pela UFRGS, trabalhou com crianças e no campo dos problemas de desenvolvimento infantil junto ao Centro Lydia Coriat de Porto Alegre e em várias outras instituições. Atualmente atende jovens e adultos. Desde 2001 é colunista do jornal Zero Hora e da Revista Vida Simples, além de participações em várias antologias e revistas. Publicou o livro Fadas no Divã: psicanálise nas histórias infantis, em 2005, e Psicanálise na Terra do Nunca: ensaios sobre a fantasia, em 2010, ambos pela Ed. Artmed, escritos em parceria com seu marido Mário Corso, ambos finalistas do Prêmio Jabuti. Em 2014, publicou pela Editora Arquipélago Tomo conta do mundo: conficções de uma psicanalista, composto de crônicas e ensaios, vencedor dos prêmios de Livro do Ano e Crônica de 2015 da AGES (Associação Gaúcha de Escritores) e do prêmio Açorianos na categoria Crônica de 2015.